Do total arrecadado com o Imposto Sindical 10% vai para a Conta Salário e Emprego do Ministério do Trabalho; 10% para a Central Sindical; 5% para a Confederação; 15% para a Federação e 60% para os sindicatos de base.
A direção está propondo e vai debater com a categoria nos locais de trabalho a sugestão de utilizar o imposto sindical para a quitação do restante da dívida da entidade, herdada das gestões anteriores e o restante seria transformado em um fundo de greve. Esse dinheiro será utilizado para organizar a categoria durante as paralisações e emergências.
Hoje, o sindicato possui uma dívida de R$ 140 mil e precisou utilizar parte dos recursos (R$ 28.891,90), em forma de empréstimo (este valor é referente ao imposto sindical dos trabalhadores que optaram pelo PDIA), para pagar custas de decisões judiciais e contas de telefone.
Após a regularização dos documentos no Ministério do Trabalho, o Sintect/SC recebeu o valor de R$ 228.891,90 de Imposto Sindical.
Para obter estes recursos e dar continuidade a luta da categoria os dirigentes do Sintect/SC regularizaram a situação administrativa da entidade.
A “carta sindical” do Sintect/SC, documento que assegura a representatividade dos trabalhadores pelo sindicato, estava suspensa desde 1992, e com o código sindical inativo desde 2007.
Por isso, estamos pedindo para os trabalhadores que neste ano contribuam com o valor do imposto sindical para pagar as dívidas, assim poderemos dar continuidade a luta e a mobilização da categoria. Lembrando que a proposta será levada até a base e a decisão será dos trabalhadores.
Caso o trabalhador opte pela devolução dos 60% do imposto sindical poderá encaminhar a cópia do contracheque do mês de março de 2014, para o sindicato entre os dias 1 a 20 de abril de 2015. Só serão aceitos os contracheques enviados individualmente, via carta registrada, dentro do prazo estabelecido pela direção do Sintect/SC.
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