A DR/SC por meio do ASGET e da GERAE proibiu os dirigentes do Sintect/SC de conversar com os trabalhadores nos locais de trabalho. A empresa alega a quantidade de carga [objetos postais] a serem entregues durante o mês de dezembro. O que a DR/SC não explica é que neste mês os trabalhadores sofrem as maiores pressões por parte dos gerentes e gestores.
A ECT TEM MEDO DE QUE OCORRA UMA GREVE, pois poderá ter muitos prejuízos caso os contratos de entregas com as empresas não sejam cumpridos. O medo da ECT é justificado: A PLR não está sendo paga conforme foi negociada. A empresa atrelou o pagamento às metas corporativas, por DR e por unidade, para mais dois anos. O sucateamento premeditado do Postal Saúde.
A demora em pagar o Vale-Cultura e a PLR. Os rombos do POSTALIS. Concessão de zero por cento de reajuste salarial.
Lembrando que este governo que dizia defender os trabalhadores. Agora quer cercear o trabalho dos dirigentes do SINTECT/SC. Temos que lutar contra esse governo e a ditadura amarela dentro da ECT, onde o PT e seus aliados implementam os planos que vem retirando direitos dos trabalhadores, conquistados com muita luta.
Pedimos para que os trabalhadores lutem conosco contra os traidores que trocaram a luta por cargos na empresa, esses são nossos verdadeiros inimigos.
Nossa indignação é tamanha, pois ao impedir o acesso dos dirigentes do SINTECT/SC ao trabalhador, a empresa aproveita para explorar e coagir os trabalhadores.