Na Cidade do México, no último dia 22 de outubro, mais de 30 escolas interromperam suas atividades e 50 mil pessoas protestaram pelo silêncio do governo federal aos massacres ocorrido durante os protestos. Entidades sindicais, no dia 28 de outubro, realizaram uma greve nacional e a maior manifestação social dos últimos anos no México.
Em setembro deste ano somaram-se aos protestos da juventude, diversas organizações sindicais e movimentos sociais camponeses e indígenas. Em Guerreiro, a Polícia Comunitária exigiu a renúncia do governador Angel Aguirre Rivero e do prefeito de Iguala, José Luis Abarca, denunciando o caráter gângster dos órgãos estatais, explicitamente vinculados ao narcotráfico.
Em Chiapas o movimento zapatista domina as ruas em solidariedade aos estudantes. As autoridades mexicanas encontraram corpos decapitados de 11 jovens em uma estrada entre as localidades de Chilapa de Álvarez e Ayahualulco, no estado de Guerrero.
Desde o desparecimento de 43 estudantes após um protesto em setembro, vários corpos foram encontrados em valas clandestinas na região. Contudo, segundo testes da perícia, até o momento nenhum deles corresponde ao DNA dos jovens procurados.
O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Santa Catarina (Sintect/SC), entidade representativa da classe trabalhadora dos Correios, se valendo da sua função como mobilizadora dos movimentos sociais, exige das do governo brasileiro por meio de seu Ministério de Relações Internacionais e de Direitos Humanos e das autoridades nos países onde estão ocorrendo os protestos, uma investigação para apurar os motivos do desaparecimento dos s 43 jovens, estudantes.
Todo apoio aos trabalhadores e estudantes do México insurgente!
Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/254328-7