Os representantes dos trabalhadores se reuniram com o vice-presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho.
O valor da última PLR, em 2013, foi de R$ 940,00, mas sofreu uma redução, este ano, conforme a empresa, que afirma que o lucro da ECT teve uma queda de 1 bilhão de reais para R$ 325 milhões.
Por isso, decidiram pagar aos trabalhadores de base apenas R$ 297, valor não aceito pela categoria.
Segundo informações da Federação há disponibilidade para negociação, embora a posição do Tribunal seja de uma mesa única.
"A ECT sempre realizou uma divisão injusta do PLR para os ecetistas, chegando a destinar, certa vez, R$ 40 mil para a cúpula da empresa e R$ 400 para os trabalhadores de base. Após diversas contestações da categoria, foi criada uma parcela técnica, somente para os gestores, enquanto os trabalhadores reivindicam uma distribuição linear", relatou o secretário-geral da Fentect.
De acordo com o TST, há disponibilidade para negociação, embora a posição do Tribunal seja de uma mesa única.
O ministro afirmou que não será realizada reunião com a ECT enquanto o Tribunal não souber o que as federações realmente solicitam e espera resolver apenas com as mediações, de maneira informal, para evitar o dissídio coletivo.
(com informações do site do TST)