Diante de uma situação desfavorável, a ECT aflita, solicitou ao TST o agendamento do Dissídio Coletivo para julgamento do Acordo Coletivo dos Trabalhadores dos Correios.
Contrário as expectativas dos Correios, o TST avisou que o julgamento só poderá ocorrer partir do dia 14 de outubro.
Na tentativa de acabar com o movimento da categoria a empresa solicitou a marcação de uma audiência extraordinária.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) descontente com a intransigência dos Correios em insistir todos os anos no julgamento do Acordo Coletivo se recusa marcar a audiência.
Em outros anos o TST já havia solicitado a ECT que não deixa-se a situação chegar a este ponto.
A orientação do TST é para que a empresa resolva a questão da greve negociando com os trabalhadores.
No dia 25 de setembro a direção nacional dos Correios emitiu uma ordem para todas as DRs negociarem com a categoria a volta ao trabalho apresentando uma proposta de 8% no salário, e nos benefícios, e os dias parados estariam condicionados a uma negociação para serem abonados.
Entretanto, nem sequer tocou na necessidade da manutenção do CORREIOS SAÚDE (item principal da nossa pauta), com forte evidência de intenção de humilhar os grevistas.
Com a recusa da categoria em aceitar está proposta e diante da negativa irredutível do TST, a Empresa encontra-se não mais desesperada, mas sim, agoniada em busca de uma saída para o fim da greve.
É importante ressaltar que o inicio do mês de outubro corresponde ao aumento do fluxo de objetos para entrega.
A greve dos trabalhadores dos Correios preocupa a Direção Regional em SC pois o não cumprimento dos contratos poderá gerar multas para a ECT.
A empresa está com o pescoço na guilhotina e quem tem a corda nas mãos somos nós - os trabalhadores dos Correios.
Os Correios já cometeu muitos erros.
Fez um acordo inválido com os sindicatos pelegos que não representam a categoria.
Solicitou a manutenção de 80% dos serviços durante a greve e o TST concedeu 40%.
O tribunal voltou a orientar a empresa a negociar com a categoria ou seja o TST entregou a bomba nas mãos da ECT.
Designed by HTML Codex