Antigamente, para esclarecer uma dúvida sobre algum assunto, era preciso encontrar pessoas com mais conhecimento sobre determinado tema ou buscar a informação pesquisando em livros.
Hoje basta apenas acessar a rede mundial de computadores - a internet - para acessar as informações.
Entretanto, falta as pessoas a instrução para interpretar o informação de maneira a adquirir conhecimento.
Apesar da facilidade e da rapidez é preciso ter cuidado com a veracidade do conteúdo publicado na rede.
Para isso, o internauta ou pesquisador precisa escolher páginas com credibilidade.
É necessário ir em busca da melhor informação mas para isso também é preciso questionar a fonte.
É preciso ter claro que cada assunto expõe determinado ponto de vista.
Cabe ao pesquisador o discernimento para obter conteúdo de qualidade.
Abaixo um exemplo, de uma página na internet, popular, com a proposta de servir como uma enciclopédia.'
Dicas
Ao ler, é aconselhavel estar atento as fontes e as referências bibiliográficas.
Cabe ao leitor julgar, a partir do próprio ponto de vista, a qualidade do conteúdo.
Procure sempre ler um maior número de fontes sobre um determinado assunto.
Compare textos sobre o mesmo assunto escrito por diferentes autores.
Elabore sua própria opinião sobre o assunto.
Faça este exercício com o texto abaixo.
Wikipedia
No Brasil, Reforma Política é o nome dado ao conjunto de propostas de emendas constitucionais e revisões da lei eleitoral com fins de tentar melhorar o sistema eleitoral nacional, proporcionando, segundo seus propositores, maior correspondência entre a vontade do eleitor ao votar e o resultado final das urnas.1
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Uma reforma política ampla vem sendo articulada desde o Governo Fernando Henrique Cardoso, no entanto a única mudança substancial conseguida desde então foi a implantação da reeleição, aprovada em 1997. Na época, surgiram denúncias de que a aprovação da reeleição teria sido comprada, fato este que levou a cassação do deputado Ronivon Santiago. Esta Emenda Constitucional foi também chamada de casuística, pois interessava ao então presidente, que queria ficar mais quatro anos no poder, como de fato ocorreu.
Outra grande demanda desejada por analistas políticos, a fidelidade partidária acabou sendo instituída de fato por uma decisão do TSE, ratificada mais tarde pelo STF, que decidiu que o mandato pertencia ao partido e não ao político. Tal decisão vem acarretando atualmente inúmeras perdas de mandatos eletivos por políticos que trocaram de partido depois de eleitos.
Já a cláusula de barreira, instituída também no Governo FHC e que entraria em vigor em 2007, tendo por objetivo reduzir o número de partidos políticos, acabou sendo declarada inconstitucional.
No ano de 2010, foi aprovada a chamada Lei da Ficha Limpa, cujo julgamento do Supremo Tribunal Federal - STF, definiu que ela passaria a valer a partir de 2012.
Em 2011, o Senado e a Câmara dos Deputados implantaram comissões separadas para estudar e elaborar propostas de reforma política.2 3
No caso da comissão estabelecida pelo Senado, os pontos a serem analisados são:2
Atualmente o Brasil usa o sistema proporcional de lista aberta com coligações para as eleições de deputados federal e estadual, e vereadores. Sob este sistema, todos os candidatos são ligados a alguma legenda, que pode ser uma coligação de vários partidos ou um único partido não coligado. Todo eleitor vota simultaneamente no candidato e na legenda a qual ele pertence, ou somente na legenda, se preferir. As vagas são distribuídas proporcionalmente conforme o somatório de votos para cada legenda usando o chamado quociente eleitoral. Os candidatos mais votados de cada legenda são eleitos.
Dentre as propostas de modificação do sistema eleitoral, estão as seguintes:
Atualmente o financiamento das campanhas eleitorais é misto, isto é, parte é proveniente do dinheiro público, através do fundo partidário, e parte é de origens privadas, por meio de doações. Alguns políticos defendem o financiamento exclusivamente público de campanhas, para evitar que políticos dependam do poder financeiro de grandes empresas para se elegerem.
Como o financiamento público é direcionado aos partidos, e para evitar gastos excessivos, a competição intrapartidária (dois ou mais candidatos de um mesmo partido disputando um mesmo cargo) é indesejável. Por isso, muitos vinculam o financiamento público ao voto proporcional de lista fechada5 , o voto distital, ou o voto distrital misto com lista fechada.
Hoje em dia, cada senador tem direito a escolher dois suplentes. Caso algum senador ou senadora renuncie ou se licencie, seu respectivo primeiro suplente substitui tal pessoa, de modo semelhante aos vices dos cargos do poder executivo. O problema é que os suplentes são frequentemente desconhecidos dos eleitores, o que pode causar falta de legitimidade.
Está em debate formas diferentes de haver substituição de senadores, tendo como base os votos dos eleitores. Existem propostas de convocar novas eleições para substituto, escolher o candidato a senador não eleito mais bem votado da eleição anteiror6 , ou ainda um deputado federal assumir a vaga, sendo tal deputado o mais votado no estado, ou o (a) deputado(a) mais votado(a) do mesmo partido que o do senador que substitui.7
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