O pagamento começou a ser realizado nesta sexta-feira (10/05).
Os sindicatos discordam dos critérios [pois os mesmo não foram apresentados pela ECT] para fazer o cálculo do valor pago para cada trabalhador.
Neste formato, a empresa privilegia o setor estratégico - gestores.
O Sintect/SC defende o pagamento linear - igual para todos - sem atrelar ao GCR.
A entidade já apurou situação em que o trabalhador não recebeu nada de PLR.
Os dirigentes consideram a maneira com a empresa está pagando a PLR um absurdo, pois em 365 dias do ano de dedicação, o trabalhador não pode ser punido e ficar de fora dos resultados obtidos pela ECT.
A empresa está jogando com a informação, tentando agregar o pagamento da PLR a uma ação de bondade para com a categoria.
Para cada trabalhador o valor da PLR tem uma importância em particular e os sindicatos só querem honestidade nas ações da ECT.
"Nossa indignação está no fato da empresa favorecer uma minoria - gestores - com valores que poderão chegar a R$ 5.000,00, enquanto a categoria receberá valor a partir de R$ 940", critica o dirigente do Sintect/SC Gilmar Abati ao se referir a possibilidade de gestores receberem até 5 vezes o valor pago aos trabalhadores + os 10% do lucro reservado a quem pertence ao setor estratégico - cerca de 18 mil.
A PLR não vai resolver os problemas financeiros dos trabalhadores, assegura um folego no pagamento das contas, mas é sinal de respeito fazer o pagamento de maneira linear.