Sintect/SC na mesa de negociação para discutir a PLR

Ministério Público do Trabalho propôs a redução da parcela estratégica de 10% para 8%, mas não houve acordo.

O Ministério Público do Trabalho, em Brasília, entrou na negociação diante da mobilização dos trabalhadores dos Correios, realizada no dia 24. 

A empresa terá de  explicar ao Ministério Publico do Trabalho qual é a proposta para PLR e a expectativa é de que os dados financeiros sejam apresentados.

Na reunião, ocorrida na capital federal, a empresa manteve a proposta, não apresentou as informações financeiras.

O Ministério Público do Trabalho propôs a redução da parcela estratégica de 10% para 8%, mas não houve acordo.

De acordo com o Secretário-Geral do Sintect/SC, Hélio Samuel de Medeiros, a categoria não pode aceitar o mesmo jogo da empresa todos os anos. 

"Exigimos uma PL linear, jamais devemos aceitar que da PL 10% seja destinado ao suposto setor estratégico, na esse dinheiro é destinado para aos ´vampiros de plantão´, pessoas que já recebem suas gordas gratificações", interpela. 

Para o dirigente é preciso ampliar a quantidade de membros da comissão que está discutindo a PLR. 

O Sintect/SC vai enviar a Brasília um dirigente sindical para representar os trabalhadores do estado nas discussões sobre a PLR.  

PL ou PLR?

Para os trabalhadores dos Correios a Participação nos Lucros não deve ser atrelada a metas, pois seria injusto, já que as ferramentas de gestão e avaliação da ECT, deixa a categoria a mercê da decisão das chefias. A PLR, Participação nos Lucros e Resultados, defendida pela empresa, víncula a metas e ao GCR, 




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