Nos dias 19 e 20 de março, a Comissão Provisória de Negociação da PLR, acompanhada da Assessoria do DIEESE, esteve reunida com os representantes da ECT para dar continuidade às tratativas do Programa de Participação de Lucros e Resultados, PLR/2013, a ser paga em 2014.
A empresa, mais uma vez, negou discutir um modelo para uma PLR linear e com um valor mínimo, insistindo num programa que é desigual, cria privilégios para uma parcela reduzida de gestores e impõe metas e critérios abusivos para os trabalhadores.
A PRL não se resume a um plano de metas, mas está relacionada na sua essência ao incentivo e produtividade, com critérios objetivos, dissociada dos parâmetros subjetivos.
A ECT ameaçou não pagar PLR em 2014 caso não haja acordo na data de fechamento das negociações.
A proposta da ECT cria uma série de barreiras para limitar a distribuição integral aos trabalhadores da base, responsáveis pelo lucro e crescimento da credibilidade da empresa.
O programa apresentado pela ECT é um retrocesso nas negociações, pois no acordo de 2011, já foi possível avançar, como a não vinculação ao GCR, por exemplo.
A Federação encaminhou contraproposta como parâmetro para derrubar o argumento da ECT.
Os dirigentes do Sintect/SC seguem em contato com a Federação e acompanhando as negociações e vai encaminhar as decisões junto aos trabalhadores.
Encaminhamentos:
1) Rejeição da proposta da ECT na sua totalidade;
2) Denunciar os atos discriminatórios da ECT, na divisão de PLR/2013;
3) Divulgação dos encaminhamentos da comissão e mobilização para assembléia nas bases;
4) Indicativo de ASSEMBLEIA GERAL NACIONAL para o dia 4 de abril de 2013, para rejeição ou aprovação da PLR/2013.
Documentos:
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fonte: Fentect