Os trabalhadores dos Correios em todo país comemoraram a decisão da vice-presidente do TST, a ministra Cristina Peduzzi, que negou o pedido da ECT de suspensão imediata da greve.
Os Correios argumentam que a paralisação é um “movimento atentatório à ordem pública” e teria “nítido conteúdo político-ideológico”.
A ministra considerou que os serviços prestados pelos Correios são “relevantes”, mas não são “essenciais” a ponto de interferir no direito de greve.
De acordo com a ministra Cristina Peduzzi a empresa não demonstra qualquer tentativa de acordo com os sindicatos profissionais e os empregados para assegurar quantitativos mínimos para a prestação de serviços
Os Correios vai propor a conciliação com os trabalhadores junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Está marcada para a próxima terça-feira (4) uma reunião de conciliação entre a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a direção dos Correios.