Os cineastas norte-americanos Oliver Stone, Michael Moore lamentaram a morte do presidente Hugo Chávez, destacando o compromisso que tinha com os mais humildes e o ódio que lhe tinham os setores servis ao imperialismo.
“Choro a um grande herói para a maioria de seu povo e para aqueles que lutaram no mundo por um lugar”, afirmou Stone. “Odiado pelas classes dominantes, Hugo Chávez viverá para sempre na história. Amigo meu, descansa por fim numa paz ganha há muito tempo”, disse o artista que filmou o documentário “Ao sul da fronteira”, centrado nas figuras de Chávez e de Fidel e Raúl Castro.
Também o documentarista norte-americano, Michael Moore (‘Tiros em Columbine‘), se manifestou sobre a perda do líder Hugo Chávez, destacando suas políticas de nacionalização do petróleo, combate à pobreza e distribuição da riqueza.
“Hugo Chávez declarou que o petróleo pertencia ao povo. Usou os dólares obtidos para eliminar 75% da pobreza extrema de seu país e fornecer um sistema de saúde e educação pública, de graça, para todos. Isso o converteu em perigoso”, declarou Moore. Também destacou que os “Estados Unidos aprovaram um golpe de Estado para derrubá-lo apesar de que foi um presidente eleito democraticamente”, referindo-se ao golpe imediatamente debelado que ocorreu na Venezuela em 2002.
Moore lembrou que tinha coincidido em um hotel de Veneza com o líder venezuelano, ocasião em que conversou com ele. “Falamos durante mais de uma hora. Me disse que se alegrava de conhecer finalmente alguém a quem (George W.) Bush odiava mais do que a ele”, disse o cineasta à agência EFE.
fonte: Correio do Povo
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