Morte ronda os trabalhadores dos Correios

O que vemos em Santa Catarina e em diversas regiões do país é uma política de gestão voltada para números e discursos publicitários, enquanto os problemas reais são ignorados.

Desde que o Governo Federal entregou a gestão dos Correios a pessoas sem compromisso com a realidade das Unidades e com a segurança da categoria, os trabalhadores passaram a conviver diariamente com o medo, a sobrecarga e o risco constante de acidentes e morte. 
 
O que vemos em Santa Catarina e em diversas regiões do país é uma política de gestão voltada para números e discursos publicitários, enquanto os problemas reais são ignorados.
 
Equipes de interventores percorrem os locais de trabalho pressionando os ecetistas, cobrando metas e produtividade, mas fechando os olhos para as condições precárias enfrentadas pela categoria.
 
O mais grave é que essa situação vem sendo apresentada à população como se fosse um processo de “reestruturação” e “solução dos problemas da empresa”. 
 
Na prática, o que muitos trabalhadores denunciam é o avanço da degradação das condições de trabalho e o aumento dos riscos à saúde e à vida dos ecetistas.
 
Os sinais claros de perigo: excesso de carga, falta de estrutura adequada, pressão psicológica e situações que podem resultar em acidentes graves. 
 
Os acidentes com paletes nas Unidades de transbordo é um exemplo alarmante de uma realidade que não pode ser normalizada.
 
Não aceitaremos que os Correios sejam conduzidos por uma lógica que sacrifica a segurança da categoria enquanto tenta vender para a sociedade a imagem de que tudo está sob controle.

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