Constrangidos e com medo de perder o emprego, a vítima opta por conviver com essa situação. De todos os relatos ouvidos pelos dirigentes dois tem chamado a atenção do sindicato. Os casos estão ocorrendo em Guaramirim e Joinville. O Sintect/SC foi às unidades e conversou com os trabalhadores que estão sofrendo com o assédio. É visível a violência psicológica. As mulheres choram e apresentam tremores no corpo, os homens tem sentimento de raiva e vontade de vingança.
As consequências desta situação poderão ser graves. Por isso, o sindicato, quando o trabalhador permite, passa a agir. Primeiro os dirigentes procuram ouvir os dois lados da história, na maioria dos casos o assediador, sabendo da sua culpa, evita ter esse contato com os dirigentes. Por isso, o sindicato tem avaliado ações para expor o assediador, com respaldo da Justiça.
O sindicato reforça aos trabalhadores a importância de ser sindicalizado, pois é em momentos como este, que o sindicato cumpre sua função de defender os trabalhadores. A entidade oferece a condição de expor a situação de assédio, pressionando o assediador a mudar sua atitude. Os nomes das chefias acusadas de assédio serão levados para o conhecimento da diretoria regional.
O sindicato cobrará providências pois as consequências do assédio moral ocasiona prejuízos que atingem diretamente a ECT.
* foto: na imagem a diretoria ouve o trabalhador que relata o assédio moral sofrido na unidade onde trabalha.
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